Estratégia Nacional de Testes e Rastreio de Contactos

Estas atualizações, que entram em vigor às 00.00 do dia 15 de fevereiro, intensificam a estratégia de testagem para controlar a pandemia COVID-19, alargando a utilização de testes rápidos de antigénio em Portugal.

Mais informação em: https://covid19.min-saude.pt/direcao-geral-da-saude-atualiza-estrategia-nacional-de-testes/

Menos 68 mil pessoas empregadas nos serviços em 2020

É ainda de salientar que nos serviços a maior quebra no emprego foi a que se registou no comércio, com menos 37,8 mil pessoas (-5,4% de empregados que em 2019), das quais -31,4 mil no comércio retalhista, destacando-se em seguida a quebra estimada em -28,8 mil pessoas empregadas nos ramos do alojamento e da restauração (-9% que em 2019), bem como a quebra de -15,3 mil pessoas nas atividades administrativas e dos serviços de apoio (-8,9% que em 2019).

A população desempregada no país, em 2020, aumentou em 11 mil pessoas (+3,4% que em 2019) tendo-se traduzido por uma taxa de desemprego de 6,8% (6,5% em 2019). Acresce que, a par do aumento significativo da população inativa com mais de 15 anos, registou-se, face a 2019, um acréscimo de mais 58,5 mil pessoas inativas, disponíveis para trabalhar, mas que não procuraram emprego.

No último trimestre do passado ano a redução homóloga do emprego na economia foi estimada em -1%, enquanto nos serviços foi mais acentuada, de -1,6%, e no comércio ainda mais acentuada, de -6,8%, sendo de destacar em particular a quebra homóloga de -13,4% no comércio retalhista (estimada em -60,8 mil indivíduos).

Boletim “Vencer a crise para ganhar a década” #7

A CCP e o Fórum dos Serviços iniciaram no mês de Maio de 2020 a elaboração do boletim Vencer a crise para ganhar a década, que pretende ser um contributo para ultrapassar a crise económica devido à pandemia

Com esta publicação, pretende-se analisar a crise económica provocada pela pandemia e aos últimos dados económicos e evidenciar áreas e sectores cujo investimento irá ser vital para o nosso país relançar a actividade económica e criar emprego.

O sétimo número deste boletim destaca a necessidade de uma das mudanças económicas e a necessidade premente de novas políticas de forma a enfrentar a crise actual.

No capítulo sobre os números, analisa-se os indicadores estatísticos nacionais e a sua evolução sem sinais de retoma relativamente ao período homólogo. São também analisadas as previsões mais recentes para 2021 e a execução orçamental de 2020.

No capítulo sobre as Políticas, realçam-se as medidas restritivas aos apoios às empresas em Portugal e eleição do digital como uma das prioridades para a década 2020/30, bem como a definição de novas regras para os serviços e os Mercados Digitais.

No capítulo sobre os desafios, analisam-se as performances de países na resposta à pandemia, e os factores que influenciam a participação dos países nas cadeias de valor global.

Boletim “Vencer a crise para ganhar a década” #6

Com esta publicação, pretende-se analisar a crise económica provocada pela pandemia e aos últimos dados económicos e evidenciar áreas e sectores cujo investimento irá ser vital para o nosso país relançar a actividade económica e criar emprego.

O sexto número deste boletim incide sobre a dimensão e os factores estruturais da crise económica provocada pela pandemia.

No capítulo sobre os números, é feita uma análise dos indicadores estatísticos nacionais, realçando-se a existência de um quadro de incerteza para o próximo ano, bem como as previsões de Outono da Comissão Europeia para a Economia.

No capítulo sobre as Políticas, é dado realce ao orçamento da Segurança Social para 2021 e as medidas de apoio para o 1º semestre de 2021. Por último, é feita uma análise da agenda da Presidência Portuguesa da União Europeia do 1º semestre de 2021.

No capítulo sobre os desafios, analisa-se o peso crescente dos Serviços nas trocas comerciais e os impactos do Covid 19 na dinâmica das sociedades e nos desafios à realização de reformas sociais e económicas.

Boletim “Vencer a crise para ganhar a década” #5

Com esta publicação, pretende-se analisar os últimos dados económicos e evidenciar áreas e sectores cujo investimento irá ser vital para o nosso país relançar a actividade económica e criar emprego.

O quinto número deste boletim incide no ano de 2021 e na política de Orçamento de Estado centrada da necessária retoma económica necessária para revitalizar a economia nacional e na necessidade da consolidação das contas públicas.

No capítulo sobre os números, para além da actualização dos principais indicadores económicos estatísticos, é analisado o programa do Orçamento de Estado para 2021.

No capítulo sobre as políticas, são analisadas as medidas mais recentes do Governo e o seu impacto nos sectores de bens e serviços ao consumidor e a necessidade de uma nova política comercial para o reforço da Europa.

O capítulo sobre os desafios incide sobre os desafios que a pandemia coloca ao futuro do transporte rodoviário e na revolução que a inteligência artificial e a robotização vão provocar nas relações laborais e nas novas formas de trabalho.

Natal 2020, Compre Cuidando de Todos

Foi assinado um protocolo entre a DGAE e a CCP no âmbito da iniciativa “Natal 2020, Compre Cuidando de Todos”. Idênticos protocolos foram assinados pela DECO, APED e APCC.

Este Protocolo, que surge por iniciativa do Ministério da Economia e da Transição Digital, visa sensibilizar empresários e consumidores para a importância de preparar o Natal com tempo, antecipando as compras de Natal e evitando os aglomerados típicos da época natalícia. Visa ainda evitar que haja concentração de clientes no período pós Natal com as habituais trocas.

A Campanha visa ainda sensibilizar os operadores económicos para que prolonguem as promoções de curto prazo de que é exemplo a “BlackFriday”.

Esta iniciativa aplica-se a qualquer estabelecimento de comércio a retalho, que manifeste o seu interesse devendo para o efeito subscrever uma declaração de compromisso aceitando um conjunto de condições que se referem em baixo. A adesão, efectua-se, em concreto, mediante registo e subscrição das condições da iniciativa no portal ePortugal.

Com o registo e subscrição é gerado um dístico que o comerciante deve imprimir e colocar em local visível do seu estabelecimento.

Nesta campanha não se incluem as vendas em comércio eletrónico.

Obrigações dos Comerciantes

Sendo de adesão voluntária, os comerciantes que subscreverem a declaração comprometem- se a conceder, para os artigos adquiridos no respectivo estabelecimento, entre 4 de novembro e 25 de dezembro de 2020, um período de trocas alargado, no mínimo, até 31 de janeiro de 2021.

Os comerciantes comprometem-se ainda a garantir que, caso a troca incida sobre o mesmo produto e este tenha sido adquirido com uma redução de preço, não se aplique um preço superior, aquando da troca.

Finalmente, os comerciantes devem afixar, em local acessível e visível, o dístico distintivo da iniciativa «Natal 2020», de modo a permitir aos consumidores o conhecimento da campanha e a identificação de que se trata de um estabelecimento aderente;

Em anexo, o kit de comunicação inclui:

  • O vídeo de campanha;
  • O vídeo tutorial para adesão de Comerciantes;
  • Um GIF animado para Consumidores;
  • Uma nota explicativa da iniciativa;
  • O dístico da iniciativa.

Boletim “Vencer a crise para ganhar a década” #3

Com esta publicação, pretende-se analisar os últimos dados económicos e evidenciar áreas e sectores cujo investimento irá ser vital para o nosso país relançar a actividade económica e criar emprego.

O terceiro número deste boletim incide sobre a retoma do crescimento com recurso a um “choque” de consumo e investimento.

No capítulo sobre os números, são actualizados os principais indicadores económicos estatísticos.

No capítulo sobre as políticas, é analisado o “lay-off” e o seu fim prematura, bem como uma análise da Segurança Social após a crise pandémica e o plano de combate à crise Next Generation EU” e a importância de garantir uma boa utilização das verbas comunitárias.

O capítulo sobre os desafios incide na aprendizagem que é necessária no combate ao Covid 19, analisando o exemplo dos estados democráticos da Ásia Oriental, e no “boom” do Comércio Electrónico devido à pandemia.

Feira Internacional de Macau (MIF) 2020

Este ano, por razão da pandemia que assola o mundo, para além destes dois eventos terá ainda lugar, no mesmo local e data, a Macao Francise Expo (MFE), acrescentando mais uma razão às muitas para participar neste evento.

MIF, que decorre entre os dias 22 e 24 de Outubro, terá este ano a sua 25ª edição e é o maior evento de cariz económico e comercial de Macau servindo como plataforma de ligação com a China Continental com especial ênfase na Região do Delta do Rio das Pérolas. A PLPEX, para além da ligação que promove com a China, estimula ainda as conexões com os empresários dos restantes Países de Língua Portuguesa que marcam presença no evento.

O comércio multilateral é promovido através da organização de fóruns, conferências, reuniões de business matching e negociações com compradores.

A brochura do evento poderá ser consultada em: http://ajepc.com/PLPEX/PLPEX2020_Brochura.pdf

As inscrições encontram-se abertas. Inscreva-se usando este formulário.

Presidente da República recebeu a CCP

O presidente da CCP foi defender junto do Presidente da República soluções para impulsionar a procura. “Vemos necessidade de haver um choque de consumo”, lembrando que, por exemplo, na Alemanha o governo baixou o IVA da restauração por um ano. E deixou outras ideias: um alívio nas taxas de retenção na fonte que incidem sobre os salários e um aumento do número de produtos que podem ser abatidos no IRS.

Sessão de apresentação de iniciativas do programa Comércio Digital PT para a fase pós-covid

Foram oradores o Ministro de Estado, da Economia e Transição Digital – Pedro Siza Vieira; o Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor – João Torres; o Presidente da ACEPI – Associação da Economia Digital, Alexandre Nilo da Fonseca e o Presidente da CCP – Confederação de Comércio e Serviços de Portugal, João Vieira Lopes.

“Abra as Portas à Solidariedade”

O Portas Abertas é uma plataforma de voluntariado pertencente à Humans Portugal.

Através do Portas Abertas, qualquer empresa ou empresário, pode efetuar doações de bens ou serviços de modo a colmatar as carências em unidades hospitalares/saúde, associações de bombeiros, INEM, instituições de solidariedade social, estabelecimentos de ensino, bem como, na restante sociedade civil.

Do mesmo modo, qualquer profissional das entidades mencionadas ou cidadão pode registar e ver atendidas as suas necessidades.

Saiba mais no site da plataforma em https://portasabertaspt.wixsite.com.

COVID 19: Assinado protocolo para Guia de Boas Práticas para o sector do comércio e serviços

No contexto deste protocolo a DGS já validou o guia preparado pela CCP: “Guia de Boas Práticas para o sector do comércio e serviços”.

Podem também consultar os seguintes guias, em anexo:

  • Protocolo sanitário para o sector automóvel
  • Recomendações essenciais para a abertura de estabelecimentos de cuidados pessoais
  • Manual de procedimentos e boas práticas ópticas

Nota breve sobre a criação de um Fundo de Recuperação da Economia Europeia

Como a CCP tem vindo a enfatizar é essencial que o Governo se empenhe, não apenas, na obtenção de um qualquer acordo em Bruxelas, mas que esse acordo preencha um conjunto de requisitos que contribuam, de forma relevante, para nos pôr a coberto de uma crise financeira pós-crise do COVID 19. Por isso, reafirmamos sumariamente aqueles que nos parecem ser alguns dos aspectos essenciais para a obtenção de um bom acordo no Conselho Europeu.

  1. Separar o Programa de Recuperação, que tem um quadro temporal de 2-3 anos e que assume um carácter excepcional destinando-se a enfrentar as consequências imediatas de paralisação da economia, do Quadro Financeiro Plurianual para 2021-27 da U.E., que visa definir as grandes prioridades estratégicas com um alcance de médio prazo, e estando associado aos programas estruturantes da U.E. (PT 2030).
  2. Assegurar que a constituição do Fundo e a concessão dos respectivos financiamentos não irá acarretar um aumento da dívida dos Estados, o que implica que, por um lado, as verbas do Fundo resultem da emissão de dívida conjunta realizada pela própria Comissão Europeia (criando uma «taxa de solidariedade», em termos a definir) e, por outro, que o financiamento não assuma a forma de empréstimos mas sim de apoios a fundo perdido às diferentes economias.
  3. Que o montante financeiro do Fundo possa corresponder a cerca de 10% do PIB da U.E. (com base nos números de 2019), ou seja, que se situe entre 1 e 1.5 biliões de euros e que os apoios possam começar a chegar aos destinatários, se possível, a seguir ao Verão de 2020.
  4. Que os critérios a seguir na afectação das verbas tenham por base os princípios da coesão e da solidariedade, o que implica considerar como especialmente relevante o valor do PIB per capita dos países e as disparidades no financiamento das respectivas dívidas públicas (que já começaram a acentuar-se nos últimos dias).

Fácil? Não. Mas pior do que não conseguir obter, desde já, um acordo, seria termos um mau acordo, que podendo atenuar algumas das necessidades presentes nos empurrasse para uma crise futura de longa duração com graves consequências para países como Portugal e para a própria U.E. no seu conjunto.

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