6.ª Conferência Global sobre a Eliminação do Trabalho Infantil

No âmbito da 6.ª Conferência Global sobre a Eliminação do Trabalho Infantil da Organização Internacional do Trabalho, a CCP participou ontem no Webinar: Addressing the income – child labour – gender nexus in global value chains. 

Este evento trouxe desde logo a debate a forte exposição dos setores das commodities a este tipo de força laboral, com especial destaque para as plantações de coco, café e caju, em países de terceiro mundo.

Durante a sessão, foi evidenciado que grande parte destas situações ocorre em terrenos agrícolas familiares e em famílias de baixos rendimentos; contudo, foi reforçada a ideia de que a relação entre nível de rendimento e trabalho infantil, não é linear. Além disso, as normas culturais vigentes entre adultos influenciam a distribuição do trabalho, onde normalmente os rapazes são encaminhados para a agricultura e as meninas podem, por exemplo, ser encaminhadas para o trabalho doméstico ou para a venda em mercados.

Foi reforçada, pelos oradores, a ideia de que o combate a este problema, muitas vezes invisível devido à informalidade da força laboral, exige uma aproximação estreita às comunidades locais para que seja possível quebrar a resistência muitas vezes verificada no seio de algumas famílias, por força das normas culturais vigentes.

Nesse sentido, quando se abordou o que era desenvolvido para poder quebrar aquele tipo de resistência, foi evidenciado o facto de que, em grande parte, as resistências eram quebradas quando as próprias famílias começavam a ver os resultados das medidas implementadas por algumas das organizações, nomeadamente, quando se introduzia a possibilidade de acesso a serviços sociais, como a garantia do acesso à saúde ou à educação, retirando assim o esforço financeiro das famílias que tinham de pagar, anteriormente a essa implementação, dos seus já baixos rendimentos, por esse serviço. Só assim é possível diminuir gradualmente o perpetuar do ciclo da pobreza, que reforça o recurso à mão de obra infantil como mecanismo de subsistência familiar.

A parceria Rainforest Alliance, presente no evento, destacou a introdução de clubes de desporto e teatros em escolas como forma de aumentar a formação extracurricular, tendo a iniciativa revelado eficácia ao verificar-se o regresso de crianças que já tinham abandonado a escola há muito tempo.

No campo da cooperação internacional, o destaque foi para o sistema ACCEL Africa Project, financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos, que visa a eliminação do trabalho infantil em cadeias de valor como o algodão, café e extração de ouro. Este projeto tem trabalhado, não só com governos e cooperativas locais, mas também em articulação com o setor privado.

O que se procura com a abertura do diálogo ao setor privado, é que as empresas possam financiar seguros de saúde para os seus trabalhadores, nomeadamente nas plantações de coco, pois é sabido que quando os adultos adoecem, frequentemente são as crianças que os substituem na força de trabalho. Para além disso, foi ainda dado nota, enquanto solução inovadora de financiamento destas políticas sociais, o facto de se recorrer aos créditos relacionados com quotas de emissões de CO2.

A sessão encerrou com uma intervenção sobre o empenho do governo dos Países Baixos na erradicação do trabalho infantil, seguindo-se um espaço de perguntas e respostas que permitiu aprofundar alguns destes tópicos.

European Bank for Reconstruction and Development (EBRD)

European Bank for Reconstruction and Development (EBRD)

Oportunidades de Contratação

O EBRD enviou-nos um conjunto de oportunidades de contratação que estamos a divulgar.

Os interessados poderão aceder à informação que disponibilizamos através do website do Banco, estando estas também divulgadas através da newsletter da AICEP, devendo ainda registar-se nas plataformas de contratação do BERD o mais rapidamente possível, para se poderem candidatar às oportunidades à medida que forem surgindo.

Em anexo, encontram-se:

  1. Uma apresentação que resume o processo de contratação do BERD;
  2. Uma lista das oportunidades abertas atualmente para Consultoria;
  3. Uma lista das oportunidades abertas atualmente para Contratação de Projetos.

Como os europeus usam a internet em 2025 – Insights da Eurostat

Novos dados do relatório Eurostat sobre economia digital e estatísticas da sociedade – agregados familiares e indivíduos – destacam o quão generalizado o acesso à internet se tornou na Europa, como os europeus utilizam serviços online e como ferramentas emergentes como a inteligência artificial generativa (IA) estão a ser adotadas, mas também refletem lacunas contínuas na inclusão digital.

Conectividade quase universal

Em 2025, 94% dos agregados familiares da UE tinham acesso à internet e 94% dos indivíduos declararam ter usado a internet nos últimos três meses. Em contraste, apenas cerca de 4% não o utilizaram de todo durante o ano, refletindo a quase ubiquidade da participação online nas sociedades europeias. Os dispositivos móveis são o meio de ligação mais popular, com quase 9 em cada 10 utilizadores a lidar-se online através de smartphones ou dispositivos semelhantes.

No entanto, a conectividade não está distribuída geograficamente de forma uniforme. Enquanto países como os Países Baixos e o Luxemburgo reportam os níveis mais elevados de utilização recente da internet (acima de 99%), alguns Estados-Membros ainda têm taxas próximas dos 90%, mostrando margem real para melhoria na inclusão digital.

Para quem permanece offline, as razões variam. A explicação mais citada é simplesmente não sentir necessidade de usar a internet, seguida de dificuldades de utilização. Uma percentagem menor aponta para questões de acessibilidade, preocupações de segurança ou barreiras de custo.

No entanto, uma vez ligados, os europeus envolvem-se numa vasta gama de atividades:

  • A comunicação mantém-se central: uma grande percentagem de indivíduos envia e recebe e-mails e utiliza ferramentas de mensagens instantâneas ou chamadas de voz/vídeo
  • O acesso à informação também é substancial: muitas pessoas pesquisam online por produtos, serviços e conteúdos relacionados com a saúde
  • O comércio eletrónico tornou-se rotina: uma elevada percentagem de indivíduos relata encomendar ou comprar bens e serviços online (incluindo compras, viagens e outras necessidades domésticas)
  • A interação com o governo eletrónico e o uso da identificação eletrónica (eID) estão a crescer: os serviços públicos estão a mudar a ritmos diferentes em diferentes países, mas todos estão a migrar para o domínio digital

As tecnologias emergentes têm uma adoção precoce

Uma das tendências mais marcantes em 2025 é a adoção de ferramentas de IA generativa. Cerca de um em cada três europeus utilizou estas ferramentas, principalmente para fins pessoais, mas também para trabalho e educação. A adoção varia consoante o país, mas as taxas mais elevadas foram observadas nos estados nórdicos e bálticos.

Entre aqueles que ainda não usaram ferramentas de IA generativa, as razões mais comuns foram a falta de necessidade delas (39%; esta resposta foi mais comum na Polónia e na Alemanha, cada uma cerca de metade dos inquiridos), falta de conhecimento sobre elas (8%) ou simplesmente não saber que existiam (5%).

As preocupações de privacidade e segurança representam 4%. Estas são áreas onde a consciencialização e a formação poderiam expandir a utilização.

Fonte: isoc_ai_iaiu

 

Divisão digital e inclusão

Declaração Europeia dos Direitos Digitais promoveu:

‘… Uma transformação digital que não deixa ninguém para trás. Deve beneficiar todos, alcançar o equilíbrio de género e incluir nomeadamente pessoas idosas, pessoas que vivem em zonas rurais , pessoas com deficiência ou marginalizadas…’.

Apesar da elevada conectividade global, permanecem desafios na inclusão digital. Irlanda, Países Baixos e Dinamarca reportam taxas de conectividade à internet superiores a 99% tanto em contextos urbanos como rurais, enquanto a Grécia, Bulgária e Croácia apresentavam as maiores diferenças entre cidades e áreas rurais.

Em geral, a conectividade varia consoante o grupo demográfico e a geografia: as áreas rurais e os grupos etários mais velhos ainda estão atrás dos centros urbanos e das coortes mais jovens no uso da internet e no envolvimento digital – iluminando novamente áreas de foco para a consciencialização e formação.

Os dados da Eurostat refletem uma sociedade europeia em que as ferramentas digitais estão integradas nas rotinas do dia a dia. Ao mesmo tempo, sublinham a necessidade de esforços contínuos na inclusão digital, desenvolvimento de competências e apoio às populações que permanecem na periferia do mundo digital na Europa.

À medida que as políticas evoluem no âmbito da Década Digital da UE, o progresso futuro dependerá não só da conectividade, mas de garantir que todos os indivíduos possam beneficiar e contribuir para a transformação digital.

Apresentação do estudo “Dívida externa de Portugal”, no âmbito das comemorações dos 50 anos da CCP

Sob o mote “Portugal e os Desafios para a Década”, o encontro reuniu académicos, decisores políticos e representantes institucionais para debater os principais desafios estruturais da economia portuguesa, com particular enfoque na evolução da dívida externa e no seu impacto sobre o crescimento sustentável e a autonomia económica do país.

A sessão contou com a abertura do presidente do ISEG, João Duque, e do presidente da Direção da CCP, João Vieira Lopes. A apresentação do estudo foi seguida de um debate com a participação de António Mendonça e do próprio Ricardo Cabral. O programa incluiu ainda um painel dedicado aos “Desafios para a Próxima Década”, com intervenções de António Costa e Silva, Augusto Mateus e Pedro Reis, moderado por Diana Soller, investigadora do IPRI-NOVA.

O vídeo completo da sessão ficará disponível online através do seguinte link: [link para o vídeo da sessão].

Apresentação Estudo “Divida Externa de Portugal: diagnóstico e contributo de uma política pública estruturante” – CCP

European Bank for Reconstruction and Development (EBRD)

O EBRD enviou-nos um conjunto de oportunidades de contratação que estamos a divulgar.

Os interessados poderão aceder à informação que disponibilizamos e candidatar-se através do website do Banco, devendo ainda registar-se nas plataformas de contratação do BERD o mais rapidamente possível, para se poderem candidatar às oportunidades à medida que forem surgindo.

Dia Internacional da Educação

Por ocasião do Dia Internacional da Educação, que amanhã se assinala, divulgamos a Datasheet “Entre Trabalho e Lazer: A Persistência das Desigualdades de Género na Gestão do Tempo”, da autoria de Maria João Guedes. Fica acessível a toda a comunidade através da página web do Observatório: Género, Trabalho e Poder e das suas redes sociais.

“O Dia Internacional da Educação, celebrado a 24 de janeiro, foi instituído pelas Nações Unidas com o propósito de reconhecer o papel central da educação na promoção da paz, dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável. A educação é celebrada como um instrumento de transformação social, fundamental para o combate à discriminação e desigualdades persistentes nas sociedades contemporâneas. A promoção da igualdade e da justiça social pressupõe não apenas o acesso ao conhecimento, mas também o desenvolvimento de competências críticas que permitam questionar normas, papéis sociais e estereótipos que influenciam o quotidiano”.

Observatório: Género, Trabalho e Poder

 

FORMAÇÃO FINANCIADA | LÍDER + DIGITAL by ISG

 

📌 Planos Formativos Disponíveis:

 

🔹 Competências na e-Comunicação (Plano A)

 

📅 19 de fevereiro a 21 de maio de 2026

Foco na aplicação do digital à comunicação interna e externa das organizações.

 

🔹 Competências na e-Liderança (Plano B)

 

📅 10 de fevereiro a 29 de maio de 2026

Foco no desenvolvimento da liderança com recurso a ferramentas digitais.

 

🎯 Destinatários:

Gestores, dirigentes, empresários e quadros técnicos superiores que pretendem reforçar competências digitais e de liderança.

 

✅ Vantagens do programa:

 

✔ Formação 100% financiada

✔ Certificação reconhecida (incluindo SIGO)

✔ Conteúdos práticos e orientados para a realidade empresarial

✔ Programa nacional no âmbito do Emprego + Digital 2025

 

Inscrições:

 

⭕️Plano A- Competências na E-Comunicação em:

 

e-Comunicação: https://www.isg.pt/formacao-certificada-e-comunicacao/

 

⭕️Plano B – Competências na E-Liderança em:

 

e-Liderança: https://www.isg.pt/formacao-certificada-e-lideranca/

 

Mais informações em:

 

Geral: https://www.isg.pt/formacao-gratuita-certificada/

EU Retail Platform

A Plataforma EU Retail, já em funcionamento, lançou agora a sua nova newsletter mensal, a qual poderá ser subscrita pelos interessados através da sua inscrição na mailing list of DG GROW F3 (retail unit), através do link: subscribe.

Esta Plataforma – EU Retail Platform – permite aos seus utilizadores o acesso regular a informação sobre conteúdos atualizados de políticas e legislação em vigor, eventos e outras iniciativas relevantes do ecossistema retalhista da União Europeia.

Convidamos todos os interessados a juntarem-se a esta iniciativa, que permite aos seus membros a oportunidade de partilharem as iniciativas em que estão envolvidos, bem como as suas boas práticas com outros atores do ecossistema retalhista em 24 línguas.

GROW Retail

European Commission
DG for Internal Market, Industry, Entrepreneurship and SMEs
Textiles, Food and Retail (GROW F3)

Avenue des Nerviens 105 09/36
B-1049 Brussels/Belgium
+32 2 296 80 14

Consulta pública da Comissão Europeia

A modernização das condições-quadro para uma melhor legislação na UE é uma prioridade do Programa de Trabalho da Comissão Europeia para 2026, pelo que está a ser preparada uma Comunicação, prevista para ao 2.º trimestre de 2026, que se deverá basear na melhor evidência disponível, incluindo através de consultas com as partes interessadas afetadas, tendo em vista alcançar os impactos desejados no terreno.

Neste sentido, está aberta uma consulta pública para recolha de opiniões sobre as seguintes questões:

  1. Como poderia a Comissão conciliar melhor a necessidade de políticas baseadas em evidências e uma ação urgente na condução das suas atividades de melhor legislação?
  2. Como poderia a Comissão garantir uma abordagem holística às consultas com as partes interessadas, com vista a implementar uma forma mais eficiente e eficaz de recolha de informações essenciais, incluindo possivelmente entre áreas políticas?
  3. Que medidas práticas poderiam ser tomadas para tornar as leis da EU mais simples e fáceis de implementar na prática (por exemplo, no que diz respeito aos instrumentos jurídicos, à utilização de atos delegados e de execução, ou à aplicação de ferramentas digitais, etc.)?

Os interessados em participar poderão aceder a mais informação sobre esta consulta, que encerra a 4 de fevereiro de 2026  através do site: https://ec.europa.eu/info/law/better-regulation/have-your-say/initiatives/16232-Communication-on-better-regulation_en

 

European Bank for Reconstruction and Development (EBRD)

O EBRD enviou-nos um conjunto de oportunidades de contratação que estamos a divulgar.

Os interessados poderão aceder à informação que disponibilizamos e candidatar-se através do website do Banco, devendo ainda registar-se nas plataformas de contratação do BERD o mais rapidamente possível, para se poderem candidatar às oportunidades à medida que forem surgindo.

China International Import Expo (CIIE) 2026Primeiras informações!

A edição de 2025 da CIIE foi particularmente bem-sucedida para as empresas portuguesas presentes, incluindo entidades do setor agroalimentar e de bens de consumo, que conseguiram estabelecer parcerias com empresas tecnológicas chinesas e outros stakeholders estratégicos. Esses contactos permitiram acelerar a ativação de marcas portuguesas na China e criar novas oportunidades de expansão num dos mercados mais dinâmicos e competitivos do mundo.

Nesse contexto, acreditamos que será muito pertinente para muitas empresas nacionais integrarem a CIIE 2026 no seu calendário, potenciando ainda mais os resultados alcançados na edição anterior.

No documento em anexo poderão encontrar informações gerais sobre a edição de 2025 da CIIE*, bem como uma descrição das áreas de exposição que compõem a feira e das oportunidades que o seu ecossistema proporciona.

 

*Todas as informações referentes ao processo e aos custos de inscrição estão sujeitas a atualizações e requerem confirmação para a edição de 2026.

Download: CIIE 2025.pdf

 

 

Organização Internacional do Trabalho

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicou o relatório Perspetivas Sociais e de Emprego no Mundo – Tendências 2026, que analisa a evolução recente e as perspetivas do mercado de trabalho a nível global.

  • Este relatório indica que a taxa de desemprego global deverá manter-se em 4,9% em 2026, correspondendo a cerca de 186 milhões de pessoas desempregadas. Apesar da resiliência da economia global, o documento sublinha que os progressos na promoção do trabalho digno permanecem limitados;
  • Entre os principais desafios identificados destacam-se a estagnação na melhoria da qualidade do emprego, a persistência da informalidade e os elevados níveis de pobreza laboral. Estima-se que cerca de 284 milhões de trabalhadores vivam em pobreza extrema, com rendimentos inferiores a três dólares por dia, e que o emprego informal venha a abranger aproximadamente 2,1 mil milhões de pessoas em 2026;
  • O relatório evidencia ainda dificuldades persistentes no acesso ao emprego por parte dos jovens. Em 2025, a taxa de desemprego jovem situou-se em 12,4% e cerca de 257 milhões de jovens encontravam-se em situação de NEET (não empregados, nem em educação ou formação), sobretudo nos países de baixo rendimento;
  • No domínio da igualdade de género, a OIT assinala que as mulheres representam apenas dois quintos do emprego global e apresentam taxas de participação no mercado de trabalho cerca de 24 pontos percentuais inferiores às dos homens, refletindo a influência continuada de normas sociais e estereótipos de género;
  • O documento analisa igualmente os impactos da transformação tecnológica, em particular da inteligência artificial e da automação, bem como os efeitos da incerteza no comércio internacional sobre os salários reais e a criação de emprego de qualidade;
  • No plano das orientações políticas, a OIT defende a adoção de políticas que promovam o aumento da produtividade, nomeadamente através do investimento em qualificações, educação e infraestruturas, bem como o reforço de medidas destinadas a reduzir as desigualdades de género e geracionais no mercado de trabalho. O relatório sublinha ainda a importância de uma governação responsável da inteligência artificial, do fortalecimento dos benefícios do comércio internacional e de uma ação coordenada entre governos, parceiros sociais e instituições internacionais para enfrentar os riscos associados à dívida e à incerteza económica.

Disponível igualmente na página web: https://www.dgert.gov.pt/relatorio-sobre-perspectivas-sociais-e-de-emprego-no-mundo-tendencias-2026

CONVITE OIM

O Festival Internacional de Cinema sobre a Migração terá lugar no cinema São Jorge, em Lisboa, esta quinta-feira.

O evento é gratuito, embora sujeito a registo, podendo os interessados consultar o convite em anexo.

 

FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA SOBRE A MIGRAÇÃO

 

É com grande entusiamo que a Organização Internacional para as Migrações (OIM), em parceria com o Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Inter-cultural (KAICIID) e com o Centro Regional para a Europa Ocidental (UNRIC) tem o prazer de vos convidar para a 10ª edição do Festival Internacional de Cinema sobre Migração, no dia 8 de janeiro, no Cinema São Jorge.

Iremos organizar, na Sala 2 um Painel de discussão com início às 17h; e na Sala Manoel de Oliveira iremos exibir o filme “Limbo” de Bem Sharrock às 19h00. O filme é falado em Inglês, e terá legendas em Português. Esperamos poder contar com a vossa presença.

Registo

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